22 agosto 2013

O jornalismo e eu

A idealização 

Sou uma eterna interrogação, pois tenho dúvidas e curiosidades, sou uma insaciável sede do conhecimento da vida (de todas as formas de vida). Se pudesse ter um desejo concedido optaria pela escolha de sobreviver desvendando os pequenos mistérios alheios de gente que está longe da nossa realidade, mas que tem uma história humanamente reveladora para contar. Um relato que faça o leitor pensar sobre aquelas linhas - entender pelas entrelinhas - que faça o espectador refletir a vida que vê diante de si.

No jornalismo consegui enxergar uma forma bela de traduzir as realidades, daquelas tão bem intrincadas que o receptor duvida que sejam reais. Encontrei uma forma de fazer o mundo entender outros mundos. E é isso o que sou, exatamente o que acredito que o jornalismo consiga fazer: transformar cada pessoa e unir cada mundo através da troca de informações e, mais, de histórias. Das pequenas histórias e tragédias que mudam pessoas à grandes reportagens formadoras da consciência política e social de cada um.

Acredito que, no jornalismo parte das minhas dúvidas como ser humano será saciada e que outra, jovial e persistente, cadeia de interrogações inevitavelmente irá nascer. E isso será bom. Afinal, a origem das histórias mais relevantes e reveladoras é a dúvida e a resposta vem pela persistência.
O jornalismo é a estrada por onde quero trilhar o mundo e ver através da realidade as pessoas alcançarem um estado de consciência sobre o tempo em que vivemos. E esta é a minha estrada tão pouco percorrida, por enquanto.

S. Oliv

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